E o trem fantasma da SuperVia?!

Um dos primeiros posts deste blog foi sobre uma experiência positiva com o Metrô Rio. Pode até parecer mentira, diante de todas as reclamações e problemas que o Metrô Rio vem enfrentando nos últimos meses. Entretanto foi verdade, gostei da atitude da empresa e resolvi postar no blog. Não recebi nenhum trocado por isso, mas escrevi por ter recebido um bom atendimento.

O clima sempre andou tenso nos túneis do Metrô Rio. Até parece que é de hoje que os trens andam superlotados. Há mais de cinco anos pego o metrô e, em horários de pico, não tem jeito, é momento sardinha na certa. A outra opção é ir de carro ou ônibus e demorar, dependendo do lugar, o dobro do tempo. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Entretanto, mesmo com todos estes contratempos, pelo menos no metrô os passageiros nunca brincaram de trem fantasma. Justamente o que aconteceu esta semana com um trem da SuperVia (Concessionária responsável pelo transporte ferroviário do Rio).

O incidente ocorreu na manhã do dia 18 de janeiro, porém até agora ninguém soube explicar o que houve nos trilhos da SuperVia. O que todo mundo sabe é que uma composição andou, segundo os usuários, pelo menos 5km sem maquinista e em alta velocidade até a Estação de Deodoro. O trem só parou porque a energia foi cortada. No mesmo dia, a Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes no Rio de Janeiro) emitiu um ofício exigindo que a SuperVia dê explicações em 24 horas.

Por outro lado, a concessionária divulgou nota esclarecendo que uma comissão já está apurando o caso e que em 30 dias apresentará o laudo conclusivo sobre o que ocorreu. No dia 19 de janeiro, a Agetransp recebeu um relatório com informações preliminares que não responderam aos questionamentos feitos pela agência, no dia anterior.

Trinta dias parece muito, mas 24 horas com certeza é muito pouco. Infelizmente parece estar havendo algum problema muito grave de comunicação. Ou a agência não tem noção dos trâmites burocráticos brasileiros ou sua autoridade está em baixa com a concessionária.

Talvez o que a SuperVia queira seja esperar a poeira baixar e divulgar discretamente o que de fato aconteceu. Ou talvez a agência esteja querendo mostrar serviço ao exigir tamanha eficiência da SuperVia. Parece que a solução do problema está longe de ser divulgada ou mesmo descoberta. Infelizmente mais uma vez, quem sai perdendo nesta queda de braço é o consumidor.


Comerciais Coca-Cola: momentos felizes

Podem falar o que for da Coca-Cola, e tem gente que fala muito mal mesmo, mas a verdade é que ela sempre nos surpreende com ótimas campanhas publicitárias. O caminhão do Papai Noel já é um clássico em nossas vidas. É só chegar o final do ano que ele começa a aparecer nos comerciais. Os ursos polares que também sempre apareciam em épocas natalinas são outro exemplo.

É impressionante o poder de uma marca como a Coca-Cola. Há décadas, milhões de pessoas no mundo inteiro tomam um líquido preto, gaseificado e que serve para diversas ocasiões: desde aquele dia ensolarado, não tem nada melhor do que uma Coca-Cola com bastante gelo até a boca do copo, até aquela situação em que a pessoa comeu demais. Não tem Sonrisal, vá de Coca-Cola.

Enquanto isso a Pepsi está cada vez mais presente nas prateleiras de supermercados, restaurantes e bares. Confesso que nunca mais tomei Pepsi. Cheguei a beber na infância, mas pelo que lembro ela sempre pareceu mais doce e enjoativa que a Coca.

Por outro lado, em qualquer encontro, jantar ou celebração você sempre encontra uma big Coke. Vai numa festa e não sabe qual refrigerante levar, leve uma Coca-Cola. Não tem erro. Em homenagem aos momentos felizes, selecionei do Youtube alguns comerciais muito bacanas da Coca-Cola:

Um dos meus favoritos. Não precisa nem de tradução:

O clássico dos caminhões da Coca-Cola:

Criatividade fantástica:


Frozen Yogurt para todos os gostos

Como transparência é uma das melhores práticas na comunicação, resolvi pesquisar e postar todas as marcas de frozen yogurts que encontrei. Claro que deve ter mais do que isso, mas se não estabelecesse uma data, não iria publicar o post nunca.

Quase todas já estão presentes no mercado brasileiro. Até agora a Pinkberry é a única sem filial por aqui. A grande maioria está em São Paulo e algumas já chegaram no Rio de Janeiro. Para aqueles que estejam interessados em abrir uma franquia, ainda tem muito estado brasileiro sem frozen yogurts. E mesmo no Rio de Janeiro que já tem pelo menos seis dessas marcas, ainda há espaço para novos concorrentes.

Tem gente dizendo que é tudo igual, eu discordo. Desse quadro, já experimentei Yogoberry, Benditafruta, Yoggi e Yogolove. Um completamente diferente do outro. E será que vale a pena investir numa franquia dessas? Pelas filas intermináveis que se formam nas lojas, parece que vale sim.

Os links estão abaixo.

Benditafruta Frug Frozen Yogurt Pinkberry Tutti Frutti Frozen yogurt Yoforia Yogen Fruz Yoggi Yogoberry Yogofresh Yogolove Yoguland Yogurberry


Panetone para todos

Calma. Este texto não é sobre a crise instaurada em Brasília com o mensalão do governador José Roberto Arruda. Muito pelo contrário. É Natal e, mais do que nunca, época de comer panetones!

Tudo bem, que hoje em dia, você já encontra panetones o ano inteiro. Eles começam a serem vendidos durante a Páscoa, durante o meio do ano dá uma minguada e voltam em outubro/novembro com força total. Do final de dezembro até a Páscoa do ano seguinte é o “salve-se quem puder”, com total queima de estoque dos panetones esquecidos nas prateleiras. Nessa época é possível encontrar panetones, que custariam R$20,00, a preços de banana.

O assunto veio em pauta depois que conheci os panetones da Nestlé. Ainda não experimentei, por só comer panetone na semana do Natal, mas devem ser muito gostosos. Entretanto, pela cara, aquele panetone Alpino, de 500g deve ser muito bom.

A Bauducco já vinha ampliando sua linha de panetones com variações de quantidade e coberturas de chocolate e, até ano passado, parecia reinar em absoluto nas prateleiras dos supermercados. Entretanto, com os panetones Alpino, Prestígio e Leite Moça da Nestlé a briga vai ser boa. Acordar no dia 25 e comer um panetone de Alpino é uma proposta tentadora.


Dois anos de frozen

Neste mês de novembro, a Yogoberry comemora dois anos de existência. Eu me lembro da primeira vez que fui na loja de Ipanema, ao lado da Livraria Letras e Expressões. Foi no verão de 2007. Para mim, 2008 foi o verão do yogoberry. Na ocasião cheguei a experimentar as duas versões do frozen, natural e chá verde. Apesar de adorar chá verde, uma tendência oriental que tomou conta do nosso dia a dia, ainda fico com o sabor natural. É tão gostoso que não precisa nem de topping.

Há quem diga, que esses frozen yogurts são todos a mesma coisa. Eu discordo, mas não vou ficar aqui elaborando um tratado gastronômico sobre cada produto. A verdade é que o frozen da Yogoberry é o único que parece mesmo um frozen yogurt. Os outros parecem mais um sorvete meio estranho. E se for para comer sorvete, fico com o do Felice (tem um no Rio Design Leblon), que é uma excelente opção para o verão.

Outra coisa que cativa e faz a maior diferença é a questão da qualidade e originalidade. A Yogoberry foi a primeira. E se for comparar, todas as outras copiaram seus conceitos. O que de certa forma, pode até ser entendido como um elogio. Do pote à marca, todas beberam na ideia da Yogoberry. Prova de que a iniciativa de trazer frozen yogurts para o Rio de Janeiro deu certo.

Agora, se você realmente não gosta de frozen yogurt, passa no Felice que é uma boa pedida.

Serviços:
Felice Terraza – Rio Design Leblon, Avenida Ataulfo de Paiva, 270, Leblon
Yogoberry – Rua Visconde de Pirajá, 282, Ipanema


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